
Sócios da Motogalos à Descoberta da Córsega
Uma viagem de mais de 4000 km que uniu paisagens deslumbrantes, desafios na estrada e a paixão pelas duas rodas.
Durante duas horas, o piloto – primeiro barcelense a participar na prova rainha dos ralis todo-o-terreno do mundo, que decorreu no início do ano, no Paraguai, Bolívia e Argentina – falou brevemente da carreira de sucesso no motocross e no supercross e, ao detalhe, já em modo conversa com os presentes, acerca da “fantástica aventura” que foi competir no mítico Dakar, numa estreia que classificou de “surpreendente”.
“Fui com os objetivos de terminar a prova, sem problemas e sem lesões, e para aprender o máximo possível. As etapas foram sendo superadas, os resultados foram aparecendo e, ao fim de duas semanas de verdadeira dureza, terminar em 10º lugar, logo na minha primeira participação, foi realmente uma excelente surpresa”.
Um auspicioso desfecho, fruto de um desempenho regular, consciente dos limites e “à defesa”. “Não arrisquei demasiado, pois o que mais queria era chegar ao fim, então procurei gerir o ritmo e penso que isso jogou a meu favor”, acrescentou.
O balanço é, pois, “mais do que positivo” e as aprendizagens foram também vastas e numerosas. “Foi uma experiência enriquecedora, mas tenho muito para aprender ainda”, nomeadamente ao nível da navegação, porventura a “maior dificuldade” enfrentada, como reconheceu.
Joaquim Rodrigues pronunciou-se ainda sobre a excelente relação com a indiana Hero Motocorp, a quem deu com a sua participação “mais de um milhão de euros de retorno publicitário”; do mal-entendido” com Laia Sanz, lamentando o facto de a piloto espanhola “não ter falado antes diretamente em vez de falar com a imprensa”; e da intenção de voltar a repetir a experiência, já na próxima edição, em 2018.
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